28 de março de 2016

Resenha: Hyde

Título Original: Hyde
Autor: Daniel Levine
Editora: Record*
ISBN: 978-85-01-10689-6
Ano: 2016
Páginas: 434
Avaliação: Abandonei
Sinopse: O que acontece quando o vilão se torna o herói? Impedido de sair do gabinete do Dr. Jekyll, Mr. Hyde conta as horas até ser capturado. No entanto, como um último ato ele tem a chance de contar a breve e fascinante história de sua vida. Trazido à vida após passar mais de trinta anos adormecido no inconsciente do Dr. Jekyll, Hyde não sabe quando ou por quanto tempo terá o controle do corpo que divide com o médico. Quando dormente, ele observa a vida do Dr. Jekyll de uma perspectiva distante, mas consciente. Porém, conforme o experimento se desenrola, Hyde passa a ter suas próprias experiências, algo próximo à liberdade. Mas a existência mútua é ameaçada. Há um perseguidor misterioso à espreita. Hyde está sendo provocado, e há uma cilada sendo orquestrada. E, quando algumas garotas desaparecem e uma pessoa é assassinada, na bruma da consciência compartilhada, será que Hyde pode ter certeza de que não é o culpado dos crimes?


Estamos quase em Abril e eis que surge a primeira grande decepção literária de 2016. E quais foram os fatores que motivaram a isso?

 Que Dr. Jekyll e Mr. Hyde são uma das grandes duplas (se assim posso considerar) da literatura não há duvidas. Logo quando soube do lançamento do livro, fiquei curioso para conhecer a trama, já que a obra é uma releitura atual de um dos maiores clássicos da literatura e um dos meus livros favoritos: O Médico e o Monstro (ou O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde). Era uma missão ousada de Daniel Levine retratar uma obra tão maestral de forma digna. Confesso que de fato o autor demonstrou qualidade e habilidade em sua escrita, porém a narrativa da obra não me encantou, fazendo com que a leitura fosse abandonada em sua metade. 

 A priori, vemos a trajetória narrada na perspectiva de herói invés de um assassino frio e cruel que é a essência criacional de Hyde, que mesmo não estando no controle entre esses 36 anos de hiatos, consegue observar o cotidiano de Jekyll, ainda que não possa se revelar. Apesar de nunca ter achado Hyde um vilão de fato, dada a proposta de sua existência, é curioso o fato. 

 Se a ideia foi ótima, a execução nem tanto. Se por um lado temos um personagem fascinante numa nova releitura, ainda mais humano que anteriormente em seu "volume 1" (como irei me relacionar a O Médico e o Monstro), por outro sua narrativa torna tudo muito longo, arrastado e sem um "bang!" que empolgue.


 De inicio, a proposta do autor é bem clara: Nos ambientar à nova visão da história agora narrada pelo alter ego de Jekyll. Contudo, a narrativa estaciona em um ponto fixo e vai sendo levada até onde consegui ler. Se os personagens principais são relevantes, os demais não agradam e não conseguiram agregar no enredo, tornando a história um tanto superficial e rasa (sendo Jeannie uma exceção, talvez).

 Contudo, há algo que me alegrou bastante no livro: A obra completa de "O Médico e o Monstro" está presente nessa edição. Em 2012 eu havia feito uma resenha do livro (confira aqui) publicado pela L&PM e pude observar que a mesma qualidade da tradução foi mantida nessa edição da Record, o que é um ponto positivo e tanto. 

 Por fim, devo deixar claro que esta foi minha sincera opinião sobre o livro (ou o que li dele) e a expectativa criada com o mesmo. Portanto, não é uma opinião que deve ser generalizada e sim agregada, para que vocês possam ter as suas próprias experiencias com a estória. Aconselho também conhecer anteriormente a história de "O Médico e o Monstro" (ou O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde), o que facilitará bastante no entendimento dos acontecimentos. No mais, o livro ficará para uma nova oportunidade de leitura futura. 

*Parceria: Grupo Editorial Record, Selo Record

23 de março de 2016

Resenha: Não Queira Saber

Título Original: You Don't Want to Know
Autor: Lisa Jackson
Editora: Bertrand Brasil*
ISBN: 978-85-286-1657-6
Ano: 2016
Páginas: 462
Avaliação: ★★★★
Sinopse: Todas as noites, em seus sonhos, Ava vê o filho, Noah. Porém, quando ela acorda, é novamente arrebatada pela verdade aterradora: Noah desapareceu há dois anos, e seu corpo nunca foi encontrado. Quase todos, inclusive Wyatt, o marido meio ausente, supõem que o menino tenha se afogado após cair do cais próximo a sua casa, na Ilha Church. Ao longo desse período, Ava passou a maior parte do tempo internada em hospitais psiquiátricos de Seattle, arrasada pelo luto e incapaz de recordar os detalhes do desaparecimento do filho. Contudo, à medida que suas faculdades mentais voltam ao normal, as suspeitas aumentam. Apesar da preocupação que os outros demonstram, ela não consegue se livrar da sensação de que a família e a psiquiatra sabem mais do que dizem. Será apenas preocupação com o seu bem-estar? Ou medo de que Ava descubra alguma coisa? Estará enlouquecendo? Será que Noah ainda está vivo? Ava não irá desistir enquanto não obtiver respostas; a verdade, contudo, é mais perigosa do que ela imagina — e o preço talvez seja mais alto do que espera pagar.


 Ava Garrison não é mais a mesma. Desde o desaparecimento (e provável morte) do seu filho Noah, ela deixou de ser uma simples mulher de poder, rica e inteligente e tornou-se uma pessoa insegura e instável (para não julgá-la louca, como fazem todos os outros personagens presentes no livro). Para piorar, o seu casamento com Wyatt vai de mal a pior: Além da ausência constante do marido no convívio familiar, Wyatt não acredita no mero desaparecimento do pequeno Noah e sim em sua fatídica morte.

"Ao que tudo indicava, Ava tinha sido um dínamo, uma mulher independente, antes de levar uma rasteira do destino."
Página 65

 Se não há provas que Noah está morto, já que seu corpo até hoje não foi encontrado, também não há resquícios de sua vida, pois não há pedido de pagamento em um possível sequestro e não há indícios dele em outros lugares desde então. 

 Depois de 2 anos, internações em clinicas psiquiátricas como a "macabra" Sea Cliff, altas dosagens de remédios controlados e visitas frequentes da psicologa Evelyn McPherson, Ava já não lembra exatamente o que aconteceu naquela derradeira noite. Sua memória entrou em colapso e, por isso, apenas flashbacks curtos permeiam ainda em sua mente. Sua única convicção é que seu filho não está morto e que ninguém naquela ilha é confiável. O que aconteceu a Noah?

"Um milhão de perguntas permaneciam sem resposta, e o mesmo tanto de respostas continuava escondido no silêncio."
Página 241

 Não Queira Saber é um livro incomum e isso se torna evidente logo em seu começo. A obra começa com um ritmo demasiadamente lento, detalhando cada um dos aspectos que rodeiam a Ilha Church, de seus habitantes à características locais. 

 Por falar em personagens, quase todos eles desempenham papel importante no desenvolvimento do enredo.

 Com o decorrer dos capítulos a história vai ganhando força e, junto a isso, o mistério toma conta. Lisa Jackson cria prepara o terreno para plantar sementes de duvida no leitor a cada troca de cena. Você não sabe se mergulha na onda de Ava ou se ela não passa de uma louca desequilibrada e que tudo aquilo que está acontecendo não passa de ilusão. O apelo psicológico do livro é inquietante e isso é MUITO bom. 

"O problema das mentiras é que elas continuam a crescer e, nem sempre, em linha reta. Às vezes se contorcem como uma cobra e em outras se dividem como uma árvore bifurcada. Também podem se espatifar e voar em todas as direções. Pedaços afiados da mentira vão parar nos lugares mais inusitados. [...] A mentira não se baseia em realidade e, portanto, não tem um fundamento firme o concreto. Em vez disso, baseia-se em areia movediça, pronta para sugar o mentiroso e enterrá-lo com suas inconsistências."
Página 276

 Contudo, o excesso de segredos e mistérios, em um certo momento, torna a história um tanto exagerada, principalmente quando a vida de alguns personagens são reveladas. E, devido a isso, chega o ponto negativo da obra: O que dos porquês. Ainda que a conclusão da trama tenha sido aceitável, a forma que ela se resolve não me agradou. 

 No contexto geral, Não Queira Saber é um livro que se destaca pela originalidade, pela forma que a autora conduziu a história e pelo dom implícito de prender o leitor. Ótima pedida para quem busca livros policiais/suspense diferente. Indicado!

20 de março de 2016

Séries de TV disponíveis na Netflix que você PRECISA assistir


 Hoje deixo de lado um pouco o mundo literário e irei abordar um assunto que também faz o gosto de maioria de nós leitores: Séries de TV, aquela que se tornou de fato a paixão nacional (novelas never more!). 

 Em contrapartida, um dos serviços streaming — serviço de transferência de dados e informações multimídia através da internet — mais populares dos últimos tempos no mundo, entrou de vez na graça dos Brasileiros (exceto talvez das operadoras de TV a cabo) e tornou-se unanime quando se fala do universo cinematográfico: a Netflix. E por que não unir o útil ao agradável? 

 Por isso, o Cantina do Livro listou cinco séries disponíveis na Neflix que você deve assistir urgentemente. Deixando claro que apenas citei séries que já acompanhei/acompanho e evitando repetir séries de temas semelhantes, deixando assim uma maior variedade de gêneros na lista. 

Sem mais delongas, conheçam-as:

14 de março de 2016

Resenha: Nunca Jamais

Título Original: Never Never
Autor: Colleen Hoover e Tarryn Fisher
Editora: Galera Record*
ISBN: 978-85-01-10621-6
Ano: 2016
Páginas: 192
Avaliação: ★★
Sinopse: Charlie Wynwood e Silas Nash são melhores amigos desde pequenos. Mas, agora, são completos estranhos. O primeiro beijo, a primeira briga, o momento em que se apaixonaram... Toda recordação desapareceu. E nenhum dos dois tem ideia do que aconteceu e em quem podem confiar. Charlie e Silas precisam trabalhar juntos para descobrir a verdade sobre o que aconteceu com eles e o porquê. Mas, quanto mais eles aprendem sobre quem eram, mais questionam o motivo pelo qual se juntaram no passado.


 Charlize Wynwood é uma garota problemática, desde sua personalidade até sua família: uma irmã rebelde, uma mãe alcoólatra e o pai preso. Silas Nash tem quase tudo na palma de suas mãos. Algo em comum? Eles são amigos de infância, namorados e suas famílias se odeiam e o porque só o tempo nos diz.

 Tudo começa quando ambos despertam no meio do colégio sem nenhuma lembrança de quem são, onde estão ou o que aconteceu para estarem assim. O desespero evidente no olhar de cada um os aproxima e logo eles descobrem que são namorados e que suas vidas não são um mar de rosas, além do relacionamento está por um fio antes do "blecaute". Para piorar a situação, eles percebem que coisas teoricamente banais ainda estão presentes em suas memórias, como a vida de celebridades, a utilização de aparelhos eletrônicos e carros, etc,

 Para tentar descobrir o que se passa, eles precisam estar mais unidos do que nunca estiveram e precisar enfrentar grandes desafios e mistérios para solucionar o caso.

 Se você for uma pessoa muito curiosa, que quer respostas das mais diversas questões que engloba o livro, com certeza você sofrerá bastante lendo Nunca Jamais. As autoras fizeram questão de manter os segredos guardados a sete chaves, deixando a leitura mais fluida. Porém em um certo momento a ausência de respostas incomoda.

 O livro é narrado sob as perspectivas de Silas e Charlie, alternando os capítulos entre eles. Isso facilita não só a compreensão dos fatos (o que se pode ser compreendido, digamos) como torna a leitura mais objetiva. Deu a sensação que cada uma das autoras (Colleen Hoover e Tarryn Fisher) ficou "responsável" pelo desenvolvimento de um dos personagens, o que também agradou.
 A obra trás uma agonia pregada em sua essência, tornando quase torturante a "vida sem passado" de Charlie e Silas, o que de fato é relativamente bom para o desenvolvimento do livro. Percebemos que Charlie é uma pessoa um tanto conturbada e Silas ciumento, mas não consigo relacionar isso à perda de memoria deles.

 Ao final do livro, a minha reação foi dizer para mim mesmo: Não acredito que acabou assim! Sério, mesmo entendendo que terá uma continuação, o final fica bem aberto, como se a história continuasse no capítulo seguinte.

 É um livro que despertou em mim amor e ódio (mas um ódio agradável - se isso for possível) e que necessita de uma continuação urgente! Uma boa pedida para quem curte obras com mistérios e uma pitada de romance e drama. Nota 3,5/5.

*Parceria: Grupo Editorial Record, Selo Galera. 

11 de março de 2016

Resenha: Sorria, Você Está Sendo Iluminado!

Autor: Felipe Guga
Editora: Galera*
ISBN: 987-85-01-10589-9
Ano: 2015
Páginas: 96
Sinopse: De Osho a Gandhi, de Jesus a Neil Young. O trabalho do artista se inspira em aforismos diversos, e as frases motivacionais se misturam a desenhos modernos e contestadores para espalhar luz, amor e gratidão. Guga traz consigo o dom de acender a esperança nos corações dos que o seguem, mas também sabe adotar um tom provocador, daquele que nos tira da zona de conforto do dia a dia e faz pensar. Sua arte, exposta ao público, vai além do contemplativo. Um ótimo presente, para os queridos ou para si mesmo, este é um daqueles livros que provoca emoções e faz refletir sobre o poder da fé. Que traduz sentimentos em cores e nos faz sorrir, quando confrontados à iluminação da arte.

 Composto de frases marcantes (como passagens da bíblia, ditados populares, por exemplo) e ilustrações desenvolvidas pelo Felipe Guga, a obra trás a simplicidade, em sua essência.

 A metáfora do livro é representar frases (e ilustrações) que trazem e transmitem fé, otimismo, espiritualidade e determinação, sem falar em suas evidentes críticas à sociedade e seu estilo de vida, os maus hábitos adquiridos por nós e o relacionamento interpessoal.

  

 O amor e o respeito são pregados também veementemente no livro em sua maioria. A relação imagens-frases tornam a obra completa em sua proposta e dão maior vasão ao que o ilustrador tentou transmitir, seja com a imagem usada ou com a frase aplicada sobre a imagem. 

 Sorria, Você Está Sendo Iluminado! é um livro muito mais para ser absorvido que de fato discutido. Uma excelente obra para ser presenteada e lida, sempre que puder. 

  

*Parceria: Grupo Editorial Record, Selo Galera

7 de março de 2016

Resenha: Quarto

Título Original: Room
Editora: Verus*
Autor: Emma Donoghue
ISBN: 987-85-7686-131-7
Ano de Publicação/Edição: 2011/2015
Páginas: 350
Avaliação: ★★★★★
Sinopse: Para Jack, um esperto menino de 5 anos, o quarto é o único mundo que conhece. É onde ele nasceu e cresceu, e onde vive com sua mãe, enquanto eles aprendem, leem, comem, dormem e brincam. À noite, sua mãe o fecha em segurança no guarda-roupa, onde ele deve estar dormindo quando o velho Nick vem visitá-la. O quarto é a casa de Jack, mas, para sua mãe, é a prisão onde o velho Nick a mantém há sete anos. Com determinação, criatividade e um imenso amor maternal, a mãe criou ali uma vida para Jack. Mas ela sabe que isso não é suficiente, para nenhum dos dois. Então, ela elabora um ousado plano de fuga, que conta com a bravura de seu filho e com uma boa dose de sorte. O que ela não percebe, porém, é como está despreparada para fazer o plano funcionar.

 Jack nasceu dentro de um mundo exclusivamente seu e de sua amada Mãe, que assim é chamada por ele e assim a conhecemos. Inocente e criativo, Jack não sabe absolutamente nada sobre o que é a vida real, já que juntamente a sua mãe ele vive no Quarto.

 Acontece que, há 7 anos, quando saia do colégio, sua mãe foi sequestrada pelo Velho Nick (como ambos chamam-o) e mantida em cativeiro num quarto com isolamento acústico, uma porta que só pode ser aberta com códigos e apenas um claraboia para saber que o mundo lá fora ainda vive. Foi "graças" aos abusos sexuais diários do Velho Nick que ela engravidou de Jack e deu a luz ali mesmo, sozinha. 

 Narrado na visão inocente de um garoto, a autora se cuidou a escrever e descrever a forma exata como a mente de Jack trabalha, com raciocínios rápidos desconcertantes e palavras erradas. Isso também ameniza as atrocidades de uma realidade tão dura. O ambiente é mísero e as condições de vida precária, ainda que o Velho Nick tente "por panos quentes" sobre a situação com os "presentes de Domingo".

 A Mãe é um exemplo fantástico do que é possível o amor de uma mãe para o seu filho, capaz de abdicar do seu bem estar para o dele, mesmo em circunstâncias que uma pessoa facilmente chegaria ao seu limite. Ela tratou de educar o garoto, dá-lo uma rotina de exercícios físicos num espaço tão pequeno e, principalmente, isolá-lo tanto do Velho Nick quanto das verdades mostradas na TV. 

"— Onde a gente fica quando está dormindo?
Ouvi ela bocejar. — Aqui mesmo.
— Mas os sonhos — esperei. — Eles são da TV? — Ela continuou sem responder. — A gente entra na televisão pra sonhar?
— Não. Nunca estamos em nenhum outro lugar senão aqui — ela disse, com uma voz que soou muito distante."
Página 61

 Com Jack cada dia mais velho e a curiosidade aflorando, a mãe bola um plano para se livrar de vez daquele casulo, mesmo que isso possa custa tanto sua vida quanto do amado Jack

 Simplório, tocante e anestesiante, Quarto tem o dom de nos emocionar, fazer sorrir com a pureza de uma criança e nos aterrorizar com o tamanho de verdade que há sobre um contexto tão vivo. Infelizmente sabemos que casos do tipo não são exclusividade da ficção, então é inevitável trata-lo como tal.

 O livro tem duas partes (imaginárias) bem distintas: em uma somos totalmente atentados a conhecer a história e os motivos que levaram a chegar a tal. Na segunda parte a obra cai o ritmo e passa a ser mais racional que emocional. Perde um pouco o brilho mas não decai em qualidade. 

 Uma história cativante, tocante e forte, Quarto consegue carregar sua dramaticidade de forma única, sem perder a essência da inocência de um narrador de 5 anos de idade descobrindo o mundo (seja no Quarto ou no Lá Fora).

Nota: Quarto foi adaptado (uma excelente adaptação, diga-se de passagem) para os cinemas como "O Quarto de Jack", foi indicado à 4 Oscars e ganhou na categoria de melhor atriz com Brie Larson no papel de Joy (nome que não é dito no livro).


*Parceria: Grupo Editorial Record, Selo Verus
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