30 de dezembro de 2013

Top 5: 2013


 Prometi a mim mesmo não começar essa postagem com o velho "adeus ano velho, feliz ano novo... ♫". E não vou, claro. De fato, 2013 foi um ano proveitoso no que se diz respeito ao ramo literário e se comparado à 2012. Depois de um início de ano bem preguiçoso, consegui voltar a forma. E, diante disso, resolvi apresentar um Top 5 múltiplo para homenagear o ano que se vai, contendo os melhores, os piores, as surpresas e decepções do ano. Vale ressaltar que nenhuma das releituras feitas por mim esse ano serão citadas nessa postagem.

27 de dezembro de 2013

Recifrando #5: Monte Castelo, Por Legião Urbana

 Que tal fechar o ano de 2013 com uma das postagens que iniciaram 2013 (que não será a última do ano)? Pois sim, o Recifrando dessa vez trás uma das grandes músicas e das minhas preferidas dos anos 80~90: Monte Castelo, da banda de rock Legião Urbana. Para quem não sabe, a letra possui trechos do poeta Luís de Camões além do capítulo 13 da Primeira Epístola aos Coríntios, livro da Bíblia. Confira: 
Monte Castelo
Renato Russo
Ainda que eu falasse
Faixa 7, Álbum As Quatro Estações
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece

O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder

É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor

Estou acordado e todos dormem
Todos dormem. Todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face

É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

17 de dezembro de 2013

Top 5: Melhores Adaptações Literárias, Parte 2

 Um ano e cinco meses se passaram desde o primeiro Top Five relacionado as melhores adaptações literárias vistas por mim até então. Inúmeros filmes e livros depois, cá estou eu trazendo a segunda fase da lista Melhores Adaptações Literárias vistas por mim, essencialmente nesse período. Vale ressaltar que não precisa(ou) ser necessariamente um livro/filme que eu seja fã ou goste, apenas que seja bem adaptado o suficiente para merecer a vaga na lista. Sem mais conversas, eis os 5 escolhidos em ordem decrescente:

9 de dezembro de 2013

Resenha: Os Arquivos do Semideus

Título Original: The Demigod Files
Autor: Rick Riordan
Ano: 2010
Editora: Intrínseca
Páginas: 168
ISBN: 9788598078892
Avaliação: ★★★

Sinopse: Atenção jovens semideuses: preparem-se para ter acesso a arquivos altamente sigilosos. Compilado pelo escriba sênior do Acampamento Meio-Sangue, o sr. Rick Riordan, o conteúdo supersecreto apresentado em Os arquivos do semideus inclui os relatórios de três das mais perigosas aventuras de Percy Jackson, informações valiosas conseguidas em entrevistas com os mais importantes heróis da saga, um utilíssimo mapa do acampamento e muito, muito mais. Leiam e tornem-se especialistas no universo dos deuses e heróis do Olimpo.



 Com objetivo de apresentar aos leitores algumas histórias "secretas" e perigosas sobre as desventuras de Percy Jackson (ocorridas mais precisamente entre o quarto livro da série "Percy Jackson & Os Olimpianos" e o primeiro volume de "Os Heróis do Olimpo)", Rick Riordan coloca em prática mais uma vez sua imaginação através de três contos:

1. "Percy Jackson e a Quadriga Roubada"
 No primeiro conto, Percy Jackson está em mais um dia "comum" (dentro do padrão Percy Jackson de normalidade) de aula, até que pela janela, ele avista sua "amiga" Clarissa La Rue sendo atacada por pássaros gigantes. O que ela fazia ali ainda era um mistério para o garoto. Logo, diante os fatos, ele se vê obrigado a se aliar a ela para derrotar e  recuperar antes do anoitecer a Quadriga Roubada pelos imortais irmãos Phobos e Deimos, que a propósito também são irmãos de Clarissa por parte de pai - Ares. Dos três, esse foi o conto mais inferior. 

2. "Percy Jackson e o Dragão de Bronze
 Durante o tradicional jogo de captura à bandeira no Acampamento Meio-Sangue, Percy vê seu aliado Charles Beckendorf ser capturado pelas Myrmekos. Percy, juntamente a Silena e Annabeth (rivais dos garotos naquele jogo), ativam o Dragão de Bronze para salvar o amigo daquela emboscada. Dragão este, que aparece no livro "O Herói Perdido", e tem sua estória melhor descrita.

3. "Percy Jackson e a Espada de Hades"
 Induzidos por Perséfone, Percy Jackson, Thalia Grace e Nico di Angelo são enviados ao mundo inferior para resgatar a espada de Hades, que foi forjada as escondidas e poderia causar um grande desequilíbrio entre os três grandes deuses (Poseidon, Zeus e Hades). Roubada por Ethan Nakamura em parceria com o titã Jápeto. De longe, considerei o melhor e mais envolvente dos três contos. Achei curioso o fato de "A Espada de Hades" não ter sido citada em nenhum dos outros sete livros que li (Se foi em A Marca de Atena ou A Casa de Hades, me perdoem - não li ainda), já que o teor é bem sugestivo pra trama completa. 

 Depois dos três contos, há algumas entrevistas desnecessárias com alguns personagens, dados sobre semideuses e deuses, além de jogos de caça-palavra e palavras cruzadas, que não quis responder por pena de riscar o livro. Como um todo, o livro é um bom passatempo, já que é muito curto. Altamente aconselhável para quem já leu Percy Jackson & Os Olimpianos e quer se aventurar mais um pouco no enredo criado por "Tio Rick".

5 de dezembro de 2013

Resenha: Bruxos e Bruxas

Título Original: Witch & Wizard
Volume: 1
Autor: James Patterson e Gabrielle Charbonnet
Ano: 2013
Editora: Novo Conceito
Páginas: 287
ISBN: 987-85-8163-221-6
Avaliação: ★★★
Sinopse: No meio da noite, os irmãos Allgood, Whit e Wisty, foram arrancados de sua casa, acusados de bruxaria e jogados em uma prisão. Milhares de outros jovens como eles também foram sequestrados, acusados e presos. Outros tantos estão desaparecidos. O destino destes jovens é desconhecido, mas assim é o mundo sob o regime da Nova Ordem, um governo opressor que acredita que todos os menores de dezoito anos são naturalmente suspeitos de conspiração. E o pior ainda está por vir, porque O Único Que É O Único não poupará esforços para acabar com a vida e a liberdade, com os livros e a música, com a arte e a magia, nem para extirpar tudo que tenha a ver com a vida de um adolescente normal. Caberá aos irmãos, Whit e Wisty, lutar contra esta terrível realidade que não está nada longe de nós.

 Imagine-se sendo acordado com uma invasão em sua casa. Além disso, os invasores procuram diretamente por você e seu irmão. Ruim o suficiente? Não para Whit e Wisty Allgood. Eles estavam sendo acusados pela Nova Ordem (Os "sequestradores" - Um regime politico opressor que aos poucos tomou conta do mundo, aplicando uma nova ideologia de vida) de prática ilegal de magia! Mas como, se eles não eram bruxos? Era o que eles imaginavam... Perguntas sem resposta que remetem a outra: Seria esse o mesmo motivo do desaparecimento da então namorada de Whit, Célia? 

 Eles são levados para uma "penitenciária de segurança máxima" onde encontram vários outros jovens que sofrem da mesma repressão dO Único que é O Único e a partir daí eles estão propícios a descobrir as perguntas que permeiam suas cabeças.

 De forma confusa, Bruxos e Bruxas começou me agradando (não espere lógica nessa frase anterior). Assim como os irmãos Allgood, as perguntas eram tantas que nada parecia fazer sentido. Aos poucos as peças vão se encaixando... ou quase isso. Para aqueles que já puderam ter o livro em mãos, observa-se um mapa quase no meio exato da obra. Esse mapa serviu para mim como ponto de separação entre "Está dando certo" do "podia dar certo mas não deu". O que era tranquilo de se ler, ficou maçante e sem empolgação, mesmo com a adrenalina entre os personagens correndo solta. Os personagens centrais não cativam e são chatos, na maioria das vezes. O excesso de inocência irrita. Tipo "eu estou mesmo flutuando? Será que foi um sonho?", e coisas do tipo. O vilão, diga-se de passagem, merece a referencia por ser mais um daqueles personagens insignificantes que você pega raiva facilmente (o que é um ponto positivo).

 Fiquei um tanto decepcionado com o Patterson. Em muitas resenhas que li, diziam que ele possui uma escrita semelhante ao do Harlan Coben. Como primeiro livro lido dele, tenho que discordar totalmente disso (tendo como referencia APENAS Bruxos e Bruxas). Não sei se houve influencia quanto ao gênero (saindo do policial e passando para a fantasia), mas não me agradou tanto assim.

 O fato é: o livro não é ruim (como vi MUITAS pessoas falando). Longe disso. Porém, um mero passatempo, nada que se possa esperar muito ou "tornar-se fã". Tanto que pretendo ler "O Dom", segundo volume da série. Quando? Ai já são outros quinhentos... 

Melhor Quote:
"Eu tive uma professora muito legal, a Srta. Solie, que nos contou que conhecia o segredo da verdadeira felicidade. Ela falou que o lance era encarar a vida sempre como um copo meio cheio, nunca como um copo meio vazio, não importasse o que acontecesse conosco. Eu até achava aquilo bem legal. Mas o que fazer quando o copo está 0,0000001% cheio?"

2 de dezembro de 2013

Biografia: Júlio Verne


 Jules Verne (★ Nantes, 8 de fevereiro de 1828 — ✝ Amiens, 24 de março de 1905) foi um importante escritor francês do século XIX. É considerado por críticos literários o precursor do gênero de ficção científica, tendo feito predições em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, máquinas voadoras e viagem à Lua.
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