25 de agosto de 2013

Resenha: A Ascensão do Governador

Titulo: The Walking Dead - A Ascensão do Governador
Título Original: The Walking Dead: Rise of the Governor
Volume: 1
Autor: Robert Kirkman e Jay Bonansinga
Editora: Galera Record
Ano: 2011
Páginas: 364
ISBN: 9788501097156
Avaliação: ★★★★
Sinopse: No universo de The Walking Dead não existe vilão maior do que o Governador, o déspota que comanda a cidade de Woodbury. Eleito pela revista americana Wizard como "Vilão do ano", ele é o personagem mais controvertido em um mundo dominado por mortos-vivos. Neste romance os fãs irão descobrir como ele se tornou esse homem e qual a origem de suas atitudes extremas. Para isso, é preciso conhecer a história de Phillip Blake, sua filha Penny e seu irmão Brian que, com outros dois amigos, irão cruzar cidades desoladas pelo apocalipse zumbi em busca da salvação.



 Provavelmente, vocês (pelo menos) já ouviram falar da série televisiva da AMC, The Walking Dead. Quem acompanha a série (ou as HQs) conhece o tão detestado Governador de Woodbury, Philip Blake. E é nessa premissa que conhecemos toda o pretérito do vilão. 

 Já em meio ao apocalipse zumbi, Philip juntamente ao seu irmão mais velho Brian, sua filha Penny (de apenas 8 anos e que se vê obrigada a encarar a nova e dura realidade da vida) e os amigos Nick Parsons e Bobby Marsh tentam sobreviver a catastrófica situação em que se encontram. Mas, até que ponto eles estariam preparados para aquele momento (se é que estariam)? 

 Mesmo Philip sendo o irmão mais novo de Brian Blake, tinha maior capacidade em liderar um grupo, além de não ser um "medroso" igual ao seu irmão. Era um homem bem forte, corajoso, e não temia a ninguém.

 Percebendo que Waynesboro já não era mais tão segura assim, eles decidem partir em direção a Atlanta, onde a esperança de salvação está creditada a ela, como os noticiários ainda divulgavam. Depois de vários sufocos e mortes, eles já em Atlanta, conhecem um pequeno grupo de sobreviventes. É a partir daí que a tensão toma conta totalmente da trama. 
"Por aqui, não é dos mortos que você tem que ter medo... É dos vivos."
 Um dos pontos importantes destacados pelo autor é até onde o ser humano pode ir em situação extremas. Por um momento, cheguei a sentir pena de Philip, mesmo conhecendo e sabendo do que ele se tornou. Seria as circunstâncias que os transformaram (todos eles) nisso ou apenas suas personalidades reais afloraram? E assim a trama segue prendendo o leitor a cada página e capítulo, numa dinâmica rápida, direta e eletrizante.
"Nós vamos sobreviver a esse pesadelo e vamos fazer isso nos transformando em monstros piores que eles, está me entendendo? Agora não existe mais regras! Não existe filosofia, não existe misericórdia, não existe perdão. Agora somos só nós."
Philip Black, Capitulo 8
 Quando, chegamos ao final da estória e achamos que tudo está "resolvido" (não em relação ao apocalipse zumbi), esqueça tudo o que você já viu ou ouviu sobre o Governador: A maior e mais surpreendente revelação do livro acontece... E claro, não deixarei nenhuma pista disso. Confesso que por esse fato final, dei mais uma estrela para o livro. O livro não é grandioso nem fantástico como os seus Se você gosta e acompanha a série de TV e/ou as Histórias em Quadrinhos de The Walking Dead, sintam-se na obrigação de ler A Ascensão do Governador.

20 de agosto de 2013

Resenha: Não Conte a Ninguém

Titulo Original: Tell No One
Autor: Harlan Coben
Editora: Sextante/Arqueiro
Ano: 2009
Páginas: 256
ISBN: 9788599296516
Avaliação: ★★★★

Sinopse: David Beck e sua esposa Elizabeth comemoram o aniversário de seu primeiro beijo quando uma tragédia interrompe o clima de romance: Elizabeth é brutalmente assassinada. O caso acaba sendo resolvido e o assassino, condenado. No entanto, David não consegue superar a morte de Elizabeth. Depois de oito anos, ainda se lembra de todos os detalhes. Mas é no dia do aniversário de morte de Elizabeth que a história realmente começa. Uma estranha mensagem aparece no computador de David, uma frase que somente ele e a esposa conhecem. De repente ele depara com o que parecia impossível - em algum lugar, de alguma maneira, Elizabeth está viva. Ele é advertido para que não conte a ninguém e envolve-se em um sombrio e mortal mistério, sem saber que já está sendo seguido por alguém que o tentará deter antes que descubra toda a verdade. 

Seria apenas mais um aniversário de primeiro beijo entre David Back e Elizabeth. Como a "tradição" que os dois criaram, a cada ano, eles se encontravam no mesmo lugar e marcavam mais um traço numa árvore, simbolizando um ano passado. Tudo estava belo e romântico até demais para o casal. É quando, do nada e aparentemente sem motivos, Elizabeth é assassinada. 

Oito anos depois, Beck tenta tocar sua vida sem seu amor, algo insuportável para ele. O assassinato foi atribuído à KillRoy, um serial killer de mão cheia que havia feito várias vitimas do sexo feminino naquela mesma época. Curiosamente, ele assumiu todas as mortes, menos a de Elizabeth. É Shauna, melhor amiga de Beck e namorada de sua irmã, quem tenta ocupar os espaços (dentro do possível) deixados por ela. 

Até que, num dia quase comum, Beck recebe uma mensagem estranha em sua caixa de e-mail, cujo titulo havia as suas iniciais + a de Elizabeth e 21 traços (como esse "/"), que curiosamente combina com a data do que seria o 21º aniversário deles. No conteúdo, um anexo de uma câmera de segurança ao vivo de uma estação com um determinado horário escrito. Quando Beck assiste as filmagens no horário determinado, a revelação: Elizabeth aparece na tela, caminha... Para, se vira, olha em direção a câmera e é possível fazer a leitura labial do que ela diz: Eu te amo! Ai a vida morna de Beck fica de pernas pro ar. Ele só tem um foco, que é encontra-la custe o que custar!

Seria realmente ela? E se sim, porque ela sumiu durante esses oito anos? Ela foi obrigada a isso ou não? Quem estava por trás daquilo tudo, inclusive dos emails? Tudo fica confuso e sem sentido durante muito tempo. Mais uma cartada de mestre do Harlan Coben. O livro é narrados de duas maneiras: Uma, na visão do próprio Beck e outra em terceira pessoa, decifrando os enigmas paralelos dos outros personagens para com o enredo. O final não é tão surpreendente assim no meu ponto de vista, levando em consideração minha apreciação pelo gênero de livros policiais e costume a coisas mais reveladoras, o que deixou o livro sendo o mais fraco de todos que li do autor, o que não quer dizer que não tenha gostado. Vale a leitura. Caso haja um maior interesse em vocês, há um filme francês homônimo, muito bem adaptado e tão eletrizante quanto o livro. Fica a dica.  

19 de agosto de 2013

Resultado: Promoção 1 ano do CdL


Depois de 1 mês de promoção rolando no blog e vários participantes, hoje venho divulgar o grande vencedor do sorteio. Primeiramente, gostaria de agradecer a todas as mensagens deixadas pelos leitores, todos que visitam e participam do blog, enfim... Chega de lero-lero, vamos ao que interessa. O vencedor é:


PARABÉNS, ALINE DE CAMPOS

A postagem da promoção com o resultado pode ser vista aqui

Entrarei em contato com a vencedora, que terá 48h para responder a mensagem com os dados. Caso não haja resposta nesse meio tempo, um novo sorteio será realizado na quinta-feira, dia 22/08. 

Obrigado a todos que participaram e até a próxima!

12 de agosto de 2013

Tag: Palavras Cruzadas

"Olha eu aí ♫". Péssimo modo de começar uma postagem, eu sei. Depois de uma preguiça com aura de desmotivação ao blog, cá estou eu novamente. Decidi [re]começar pela Tag que vi no blog Triplamente e criada pela InesBooks e que gostei bastante. Trata-se da "Palavra Cruzada", que consiste em responder algumas pequenas "perguntas", sempre relacionada a livros, claro! Sem delongas, aí vai: 

1) Vox Populi. (Um livro para recomendar a toda a gente):
"O Pequeno Príncipe", do Antoine de Saint-Exupéry. Além de ser um livro de gênero infantil (na teoria), é um livro leve e recheado de pensamentos impactantes. De fato, é o meu favorito. 

2) Maldito plágio. (Um livro que gostaria de ter escrito):
"A Menina Que Roubava Livros". Ainda não pude expressar aqui no blog o quanto amo esse livro (farei uma resenha, em breve). Markus Zusak acertou em cheio para desenvolver a estória. 

3) Não vale a pena abater árvores por causa disto:
Olhei minha prateleira e fui diretamente em "Fallen", da Lauren Kate (Aceito troca u.u). Desculpa quem gosta, mas é uma história totalmente desnecessária e comercial. 

4) Não és tu, sou eu. (Um livro bom lido na altura errada):
"A Batalha do Apocalipse", do Eduardo Spohr. Dos meus conhecidos, apenas eu e mais uma pessoa não gostaram da trama. Talvez, como no pressuposto da tag, esse tenha sido o problema.

5) Eu tentei... (Um livro que tentei ler mas não consegui):
"Caninos Brancos", do Jack London. Sem exageros, acho que peguei para ler mais de cinco vezes e não consegui chegar a metade. Assisti o filme pra ver se fluía, e ainda assim, nada! Enquadra-se também no quesito anterior. 
6) Hã? (Um livro que teve um final surpreendente):
Impossível não citar "A Menina Que Não Sabia Ler". Mesmo com algumas pontas soltas, é um final bem louco alucinante. 

7) É tão bom, não foi? (Um livro que devoramos):
Obrigado, Ernest Cline! "Jogador Numero 1" entra facilmente nesse quesito. Mesmo sendo um livro longo em termos de páginas, li MUITO rápido. Perdi a vida social por alguns dias, totalmente. 

8) Entre livros e tachos. (Uma personagem que gostaríamos que cozinhasse para nós):
Não faço ideia .-. 

9) Fast Forward. (Um livro que podia ter menos páginas que não se perdia nada).
"O Homem-Máquina", do Max Barry. 100 páginas seriam mais que necessárias. 

10) Às cegas. (Um livro que escolheríamos só por causa do título).
"O Assassinato no Expresso do Oriente", da rainha do crime, Agatha Christie, que não conhecia até então. Melhor escolha que fiz. 
11) O que conta é o interior. (Um livro bom com uma capa feia):
"A Farsa", do Christopher Reich. Não veio outro em mente. 

12) Rir é o melhor remédio. (Um livro que nos tenha feito rir):
"Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola", do Danilo Gentili. Pelo autor, não preciso falar mais nada.

13) Tragam-me os Kleenex, por favor. (Um livro que nos tenha feito chorar):
"O Menino do Pijama Listrado", John Boyne. Não chegou a tanto, mas é um livro com uma mensagem muito forte. Indico.

14) Este livro tem um v de volta. (Um livro que não emprestaríamos a ninguém):
Não só um, mas todos que tenho sete. A série "Harry Potter". 

15) Espera aí que eu já te atendo. (Um livro ou autor que estamos constantemente a adiar):
"Eragon", do Christopher Paolini. Não sei porque adio tanto, mas...

Por enquanto, é isso.

9 de agosto de 2013

Biografia: Victor Hugo

 Victor-Marie Hugo (★ 26 de fevereiro de 1802 - ✝ Paris, 22 de maio de 1885) foi um poeta e escritor francês nascido em Besançon, no Doubs, foi o terceiro filho de Sophie Trébuchet e Joseph Hugo. 

 Aos 20 anos publicou uma reunião de poemas, "Odes e Poesias Diversas", mas foi o prefácio de sua peça teatral "Cromwell" que o projetou como líder do movimento romântico na França.
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