30 de dezembro de 2013

Top 5: 2013


 Prometi a mim mesmo não começar essa postagem com o velho "adeus ano velho, feliz ano novo... ♫". E não vou, claro. De fato, 2013 foi um ano proveitoso no que se diz respeito ao ramo literário e se comparado à 2012. Depois de um início de ano bem preguiçoso, consegui voltar a forma. E, diante disso, resolvi apresentar um Top 5 múltiplo para homenagear o ano que se vai, contendo os melhores, os piores, as surpresas e decepções do ano. Vale ressaltar que nenhuma das releituras feitas por mim esse ano serão citadas nessa postagem.

27 de dezembro de 2013

Recifrando #5: Monte Castelo, Por Legião Urbana

 Que tal fechar o ano de 2013 com uma das postagens que iniciaram 2013 (que não será a última do ano)? Pois sim, o Recifrando dessa vez trás uma das grandes músicas e das minhas preferidas dos anos 80~90: Monte Castelo, da banda de rock Legião Urbana. Para quem não sabe, a letra possui trechos do poeta Luís de Camões além do capítulo 13 da Primeira Epístola aos Coríntios, livro da Bíblia. Confira: 
Monte Castelo
Renato Russo
Ainda que eu falasse
Faixa 7, Álbum As Quatro Estações
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece

O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder

É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor

Estou acordado e todos dormem
Todos dormem. Todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face

É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

17 de dezembro de 2013

Top 5: Melhores Adaptações Literárias, Parte 2

 Um ano e cinco meses se passaram desde o primeiro Top Five relacionado as melhores adaptações literárias vistas por mim até então. Inúmeros filmes e livros depois, cá estou eu trazendo a segunda fase da lista Melhores Adaptações Literárias vistas por mim, essencialmente nesse período. Vale ressaltar que não precisa(ou) ser necessariamente um livro/filme que eu seja fã ou goste, apenas que seja bem adaptado o suficiente para merecer a vaga na lista. Sem mais conversas, eis os 5 escolhidos em ordem decrescente:

9 de dezembro de 2013

Resenha: Os Arquivos do Semideus

Título Original: The Demigod Files
Autor: Rick Riordan
Ano: 2010
Editora: Intrínseca
Páginas: 168
ISBN: 9788598078892
Avaliação: ★★★

Sinopse: Atenção jovens semideuses: preparem-se para ter acesso a arquivos altamente sigilosos. Compilado pelo escriba sênior do Acampamento Meio-Sangue, o sr. Rick Riordan, o conteúdo supersecreto apresentado em Os arquivos do semideus inclui os relatórios de três das mais perigosas aventuras de Percy Jackson, informações valiosas conseguidas em entrevistas com os mais importantes heróis da saga, um utilíssimo mapa do acampamento e muito, muito mais. Leiam e tornem-se especialistas no universo dos deuses e heróis do Olimpo.



 Com objetivo de apresentar aos leitores algumas histórias "secretas" e perigosas sobre as desventuras de Percy Jackson (ocorridas mais precisamente entre o quarto livro da série "Percy Jackson & Os Olimpianos" e o primeiro volume de "Os Heróis do Olimpo)", Rick Riordan coloca em prática mais uma vez sua imaginação através de três contos:

1. "Percy Jackson e a Quadriga Roubada"
 No primeiro conto, Percy Jackson está em mais um dia "comum" (dentro do padrão Percy Jackson de normalidade) de aula, até que pela janela, ele avista sua "amiga" Clarissa La Rue sendo atacada por pássaros gigantes. O que ela fazia ali ainda era um mistério para o garoto. Logo, diante os fatos, ele se vê obrigado a se aliar a ela para derrotar e  recuperar antes do anoitecer a Quadriga Roubada pelos imortais irmãos Phobos e Deimos, que a propósito também são irmãos de Clarissa por parte de pai - Ares. Dos três, esse foi o conto mais inferior. 

2. "Percy Jackson e o Dragão de Bronze
 Durante o tradicional jogo de captura à bandeira no Acampamento Meio-Sangue, Percy vê seu aliado Charles Beckendorf ser capturado pelas Myrmekos. Percy, juntamente a Silena e Annabeth (rivais dos garotos naquele jogo), ativam o Dragão de Bronze para salvar o amigo daquela emboscada. Dragão este, que aparece no livro "O Herói Perdido", e tem sua estória melhor descrita.

3. "Percy Jackson e a Espada de Hades"
 Induzidos por Perséfone, Percy Jackson, Thalia Grace e Nico di Angelo são enviados ao mundo inferior para resgatar a espada de Hades, que foi forjada as escondidas e poderia causar um grande desequilíbrio entre os três grandes deuses (Poseidon, Zeus e Hades). Roubada por Ethan Nakamura em parceria com o titã Jápeto. De longe, considerei o melhor e mais envolvente dos três contos. Achei curioso o fato de "A Espada de Hades" não ter sido citada em nenhum dos outros sete livros que li (Se foi em A Marca de Atena ou A Casa de Hades, me perdoem - não li ainda), já que o teor é bem sugestivo pra trama completa. 

 Depois dos três contos, há algumas entrevistas desnecessárias com alguns personagens, dados sobre semideuses e deuses, além de jogos de caça-palavra e palavras cruzadas, que não quis responder por pena de riscar o livro. Como um todo, o livro é um bom passatempo, já que é muito curto. Altamente aconselhável para quem já leu Percy Jackson & Os Olimpianos e quer se aventurar mais um pouco no enredo criado por "Tio Rick".

5 de dezembro de 2013

Resenha: Bruxos e Bruxas

Título Original: Witch & Wizard
Volume: 1
Autor: James Patterson e Gabrielle Charbonnet
Ano: 2013
Editora: Novo Conceito
Páginas: 287
ISBN: 987-85-8163-221-6
Avaliação: ★★★
Sinopse: No meio da noite, os irmãos Allgood, Whit e Wisty, foram arrancados de sua casa, acusados de bruxaria e jogados em uma prisão. Milhares de outros jovens como eles também foram sequestrados, acusados e presos. Outros tantos estão desaparecidos. O destino destes jovens é desconhecido, mas assim é o mundo sob o regime da Nova Ordem, um governo opressor que acredita que todos os menores de dezoito anos são naturalmente suspeitos de conspiração. E o pior ainda está por vir, porque O Único Que É O Único não poupará esforços para acabar com a vida e a liberdade, com os livros e a música, com a arte e a magia, nem para extirpar tudo que tenha a ver com a vida de um adolescente normal. Caberá aos irmãos, Whit e Wisty, lutar contra esta terrível realidade que não está nada longe de nós.

 Imagine-se sendo acordado com uma invasão em sua casa. Além disso, os invasores procuram diretamente por você e seu irmão. Ruim o suficiente? Não para Whit e Wisty Allgood. Eles estavam sendo acusados pela Nova Ordem (Os "sequestradores" - Um regime politico opressor que aos poucos tomou conta do mundo, aplicando uma nova ideologia de vida) de prática ilegal de magia! Mas como, se eles não eram bruxos? Era o que eles imaginavam... Perguntas sem resposta que remetem a outra: Seria esse o mesmo motivo do desaparecimento da então namorada de Whit, Célia? 

 Eles são levados para uma "penitenciária de segurança máxima" onde encontram vários outros jovens que sofrem da mesma repressão dO Único que é O Único e a partir daí eles estão propícios a descobrir as perguntas que permeiam suas cabeças.

 De forma confusa, Bruxos e Bruxas começou me agradando (não espere lógica nessa frase anterior). Assim como os irmãos Allgood, as perguntas eram tantas que nada parecia fazer sentido. Aos poucos as peças vão se encaixando... ou quase isso. Para aqueles que já puderam ter o livro em mãos, observa-se um mapa quase no meio exato da obra. Esse mapa serviu para mim como ponto de separação entre "Está dando certo" do "podia dar certo mas não deu". O que era tranquilo de se ler, ficou maçante e sem empolgação, mesmo com a adrenalina entre os personagens correndo solta. Os personagens centrais não cativam e são chatos, na maioria das vezes. O excesso de inocência irrita. Tipo "eu estou mesmo flutuando? Será que foi um sonho?", e coisas do tipo. O vilão, diga-se de passagem, merece a referencia por ser mais um daqueles personagens insignificantes que você pega raiva facilmente (o que é um ponto positivo).

 Fiquei um tanto decepcionado com o Patterson. Em muitas resenhas que li, diziam que ele possui uma escrita semelhante ao do Harlan Coben. Como primeiro livro lido dele, tenho que discordar totalmente disso (tendo como referencia APENAS Bruxos e Bruxas). Não sei se houve influencia quanto ao gênero (saindo do policial e passando para a fantasia), mas não me agradou tanto assim.

 O fato é: o livro não é ruim (como vi MUITAS pessoas falando). Longe disso. Porém, um mero passatempo, nada que se possa esperar muito ou "tornar-se fã". Tanto que pretendo ler "O Dom", segundo volume da série. Quando? Ai já são outros quinhentos... 

Melhor Quote:
"Eu tive uma professora muito legal, a Srta. Solie, que nos contou que conhecia o segredo da verdadeira felicidade. Ela falou que o lance era encarar a vida sempre como um copo meio cheio, nunca como um copo meio vazio, não importasse o que acontecesse conosco. Eu até achava aquilo bem legal. Mas o que fazer quando o copo está 0,0000001% cheio?"

2 de dezembro de 2013

Biografia: Júlio Verne


 Jules Verne (★ Nantes, 8 de fevereiro de 1828 — ✝ Amiens, 24 de março de 1905) foi um importante escritor francês do século XIX. É considerado por críticos literários o precursor do gênero de ficção científica, tendo feito predições em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, máquinas voadoras e viagem à Lua.

25 de novembro de 2013

Resenha: O Misterioso Caso de Styles

Título Original: The Mysterious Affair at Styles
Autor: Agatha Christie
Ano: 1920
Edição: 2010
Editora: BestBolso
Páginas: 196
ISBN: 987-85-7799-262-1
Avaliação: ★★★★ 
Sinopse: No meio da madrugada, a rica proprietária da mansão Styles é encontrada morta em sua cama, aparentemente vítima de um ataque cardíaco. As portas do quarto estavam trancadas por dentro e tudo indicava morte natural. Mas o médico da família levanta uma suspeita: assassinato por envenenamento. Todos os hóspedes da velha mansão tinham motivos para matar a Sra. Inglethorp e nenhum deles possuía um álibi convincente. Para solucionar o crime entra em ação o detetive Hercule Poirot, irresistível personagem criado por Agatha Christie, que faz a sua estréia neste caso intrigante. Um marco da literatura policial e um dos maiores romances do gênero.

 Primeiro caso solucionado pelo detetive belga Hércule Poirot, Agatha Christie demonstrou para que ele veio. 

 Assim como quase todos os livros, ele é narrado por Arthur Hastings, amigo e escudeiro de Poirot. A história se passa numa mansão no campo, propriedade familiar comprada por John Cavendish pouco depois de seu casamento. Jonh é o irmão mais velho de Lawrence Cavendish e ambos filhos de Emily Inglethorp. Depois de um convite, Capitão Hastings se hospeda lá. O que ninguém esperava é que, durante a noite, a rica proprietária Sra. Inglethorp iria vir a falecer em seu quarto, aparentemente por causas naturais (ataque cardíaco). Posteriormente, o médico da família faz a revelação que mudaria a o destino da estória: Ela não havia morrido naturalmente, mas sim envenenada por estricnina! A partir disso, todos os hospedes que ali estavam são possíveis executores do crime. Para solucionar esse caso, Hastings sugere a contratação de Poirot.

 Logo de cara, percebi que este seria mais um dos casos aparentemente sem solução que Poirot teria que desvendar. Um quebra-cabeças de pequenas peças e, algumas delas, muito bem escondidas e camufladas. Com que pretexto alguém iria matar a Sra. Inglethorp? Quais interesses por trás disso? 

 Sempre que leio algum livro policial investigativo, tento adivinhar o assassino e o motivo logico para aquilo. Porém, dessa vez deixei a leitura fluir pelo excesso de pontos soltos que não me levavam a lugar nenhum. Quanto aos personagens, nenhum mostrou motivos suficientes para não cometer o assassinato, confundindo-me a todo instante. O final não é tão surpreendente assim, entretanto revelador o suficiente. 

 De leitura rápida e precisa, a rainha do crime conseguiu colocar mais uma de suas obras entre meus livros favoritos do gênero. Super indicado. 

23 de novembro de 2013

10 capas de livros "Irmãs gêmeas"


O Listas Literárias fez uma seleção com 10 pares de capas de livros pra lá de parecidas provando como diz a tendência há sempre alguém parecido com nós em algum lugar do mundo. Inclusive nas capas literárias:

13 de novembro de 2013

11ª Bienal do Livro da Bahia - 2013


 Alô terráqueos!
 É com um certo delay (devido a muita coisa para estudar) que venho falar sobre a 11ª Bienal do Livro que acontece em Salvador - BA. O Evento que teve início no dia 08 desse mês de Novembro, reúne o que de melhor pode-se esperar de um evento desse porte: LIVROS para todos os gostos. Um paraíso para os amantes dessa cultura. 
Estande da Editora Novo Conceito
 Superior a última de 2011, dessa vez pude encontrar TUDO o que procurei, sem exceções, o que realmente foi uma surpresa (e tristeza, por não poder trazer nem 10% do que queria -$$). De clássicos como Os Miseráveis, O Diário de Anne Frank, Crimes ABC à livros "atuais", como A Marca de Atena, O Chamado do Cuco e A Guerra dos Tronos.
  Quanto aos estandes, destaques para Livraria Multicampi (LDM), do Queen Books pela variedade de obras e principalmente da Editora Novo Conceito, que realmente chamou atenção (visualmente, não tanto pelos preços). Juntamente a eles o de "livros a R$10", que não recordo o nome. 

 Por falar em preço, nenhuma surpresa: valores semelhantes aos de uma livrarias nos casos das obras mais atuais (procurando bastante pode-se achar variedade de valores, daí se tira o mais em conta - encontrei "A Marca de Atena por R$28, enquanto em todos os outros estandes variava de R$35 à R$40) e várias promoções de R$3 (infantis, geralmente) à R$10 em alguns clássicos (como Os Três Mosqueteiros e 20.000 Léguas Submarinas, com capa dura!) e livros técnicos/didáticos. Decepção ficou por conta dos livros do Tolkien (uma das minhas caças) no qual nenhum estava abaixo de R$40, para minha depressão. O ponto negativo fica para as sebos, que não encontrei nenhuma vantagem sobre os valores das obras. Aliás, as sebos de Salvador precisam rever seus conceitos de preço de livros. Enfim, não vem ao caso...

 Além dos livros de literatura, técnicos e didáticos, a Bienal tem seu espaço especial para as tradições culturais, como a A Praça de Poesia e Cordel que abrange especialmente a literatura de cordel e estandes reservados à cultura japonesa com mangás e animes (além dos papercrafts encontrados pelo espaço).

 Outra novidade desse ano é a Maquina de Ler, uma cabine para leitura do livro Capitães da Areia de Jorge Amado por múltiplos leitores, aberta ao público, que funcionará durante toda a Bienal.

 Não revelarei quais livros trouxe pra casa porque pretendo voltar lá esse final de semana e claro, trazer novidades. Ao final do evento, farei o "saldão" do prejuízo.

Para quem ainda não foi (principalmente os soteropolitanos), a dica está lançada. O evento vai até o dia 17 (domingo), sem interrupção pelo feriado de 15 de Novembro.

11ª BIENAL DO LIVRO DA BAHIA
Data: 08 a 17 de novembro
Local: Centro de Convenções da Bahia - Av. Simon Bolivar S/N - Salvador – Bahia
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia-entrada).
Professores, bibliotecários e profissionais do livro têm acesso gratuito.
Número de expositores: 385
Número de visitantes: expectativa de 270 mil pessoas
Área utilizada: 16 mil m²
Sessões culturais: Café Literário, Baú de Histórias, Praça de Cordel e Poesia e Território Jovem
Realização: Fagga Eventos
Site: www.bienaldolivrodabahia.com.br

7 de novembro de 2013

Resenha: O Caminho Para Woodbury

Titulo: The Walking Dead: O Caminho Para Woodbury
Título Original: The Walking Dead: The Road to Woodbury
Volume: 2
Autor: Robert Kirkman e Jay Bonansinga
Editora: Galera Record
Ano: 2012
Páginas: 336
ISBN: 9788501401878
Avaliação: ★★★★
Sinopse: Há alguns meses que Philip Blake, o temido e ao mesmo tempo adorado Governador, organizou Woodbury para que a cidade murada fosse um local seguro no qual as pessoas pudessem viver em paz em meio ao apocalipse zumbi. E paz e segurança é tudo que Lilly Caul, que tenta desesperadamente sobreviver a cada dia que nasce, quer. Porém, mal sabe ela que seguir em direção a Woodbury é estar a um passo do perigo. Uma horda de errantes famintos não é nada perto do que se pode encontrar por lá.

RESENHA SEM SPOILERS DO PRIMEIRO LIVRO

 Assim como o primeiro volume [resenha aqui], em O Caminho Para Woodbury Robert Kirkman nos apresenta acontecimentos prévios e personagens paralelos que englobam a HQ e a série de TV. 

 Nesse volume conhecemos a tragetória de Lilly Caul, a personagem central da trama. Fugindo (ou tentando fugir) do apocalipse zumbi, Lilly e sua amiga Megan encontram e se juntam a um grupo de sobreviventes com objetivos comuns: levar uma vida tranquila dentro do possível naquele cenário. É lá que ela conhece aqueles que viriam a ser seus "aliados" Josh, Scott e Bob Stookie. Fatos obrigam a Lilly abandonar a "segurança" do acampamento e por o pé na estrada em busca de um lugar para viver. É nessa batalha pela sobrevivência que eles chegam a Woodbury. A cidade foi reorganizada por Philip Blake, aquele que teve sua história centrada em A Ascensão do Governador

 Tido quase como um rei, Philip civilizou (ou quase isso) a "nova fortaleza", sempre de braços abertos para novos hospedes, desde que eles contribuam para reconstruir a paz no caos. Pelo menos essa é a teoria.

 Menos dramático e surpreendente que o primeiro, porém mais sangrento e pesado. É nesse ritmo que segue o segundo volume da trama. Fiquei receoso nos primeiros capítulos, primeiro pelo fato da personagem principal ser "desconhecida" e depois por não consegui de ante mão achar nenhuma ligação entre o que havia lido com o que já conheço da série, coisa que brevemente foi resolvida.

 Assim como no primeiro livro, o excesso de detalhes desnecessários prejudica o desenvolvimento da leitura, já que a tensão é fixa em cada canto das páginas. Os personagens são bem desenvolvidos e explorados, só requer cuidados para não se afeiçoar ou pegar ódio a nenhum deles, já que as reviravoltas são constantes. O lado psicológico dos mesmos são postos a prova a todo instante, meneando a personalidade de cada um. Em termos gerais, este é bastante inferior à Ascensão do Governador e com fatos não tão relevante, frustando um pouco as minhas expectativas. Fãs ou admiradores da série, fica a dica e mais um volume da obra.

4 de novembro de 2013

Resenha: O Filho de Sobek

Título Original: Son of Sobek
Autor: Rick Riordan
Ano: 2013
Editora: Intrínseca
Páginas: 32
ISBN: 9788580573503
Avaliação: ★★★
Sinopse: Percy Jackson encontra Carter Kane em mais uma eletrizante aventura do autor best-seller Rick Riordan. Ao investigar os ataques de um crocodilo imenso contra pégasos em Long Island, o grande herói do Olimpo conhece o líder da casa do Brooklyn, que também está no rastro da fera. Os dois se juntam para combater o terrível filho de Sobek, mas as dúvidas são muitas: por que há um monstro egípcio atacando mitos gregos? Será que a união de forças dos dois heróis será suficiente para derrotar a fera? E a mais importante: quem estaria por trás desse terrível evento?

Disponível apenas em eBook





  Num crossover curto, Rick Riordan junta os personagens principais da série Percy Jackson & Os OlimpianosAs Crônicas dos Kanes: respectivamente, Percy Jackson e Carter Kane. Para quem ainda não está englobado, a primeira saga refere-se a mitologia grega, enquanto a segunda à mitologia egipicia. Já imaginaram a loucura que seria essa fusão, não é?

  A grande ameaça que eles tem que enfrentar é um gigantesco (mesmo) crocodilo, ou simplesmente "O Filho de Sobek", fazendo referencia ao deus-crocodilo presente na mitologia egipciana. Mesmo estando por fora do mundo de "As Crônicas dos Kanes" (não li ainda), não hesitei em encarar essa leitura. Apesar de rápida (até demais) e divertida, confesso que foi muito abaixo do "encontro tão esperado". O livro é narrado por Carter e tem seu foco voltado todo para o lado egípcio da trama. Com muitos pontos soltos e "ahns?", tudo leva a crer que haverá um um reencontro, dando sequencia e explicação ao crossover (com o lado grego e ate o romano, por que não?) ou ao menos uma ligação dele com as duas respectivas séries. Não há muito mais o que ser dito sobre o conto, tendo em vista seu curto tamanho. Quem gosta de uma ou ambas as séries, eis um prato cheio!

30 de outubro de 2013

Wishlist #7

"Quem é vivo sempre aparece!", e nesse caso, foi a postagem do Wishlist ou a minha lista de desejos. Mais precisamente, foram 5 meses de "descaso" (ou porque eu fiquei submerso a novidades literárias e que não consegui dar conta de todas). Sem perder as caracteristicas do post, irei apresentar hoje 3 livros que estão no topo da minha lista, com exceção dos que já citei em posts anteriores. 

24 de outubro de 2013

Resenha: É o primeiro dia de aula... sempre!

Título Original: It's the First Day of School...Forever!
Autor: R. L. Stine
Ano: 2012
Editora: Editora Seguinte/Cia das Letras
Páginas: 168
ISBN: 978-85-65588-32-4
Avaliação: ★★★
Sinopse: No primeiro dia de aula Artie cai da cama e bate a cabeça. Então, no café da manhã, seu irmão mais novo derruba a calda da panqueca no cabelo dele, que não tem tempo para lavá-lo. No caminho, um caminhão passa por uma poça d'água e espirra toda a água nele. Não é só o primeiro dia de aula - é o pior dia de aula da história. Na manhã do dia seguinte, Artie caí da cama e bate a cabeça. Seu irmão mais novo derruba a calda da panqueca no cabelo dele e... Hã??? Tudo está acontecendo exatamente da mesma maneira que no dia anterior! O primeiro dia de aula se repete no dia seguinte, e no dia seguinte, e no dia seguinte... Será que Artie vai conseguir encontrar um jeito de mudar isso? Ou será o primeiro dia de aula... SEMPRE?
 Artie vivia o drama que toda criança na sua idade ou não vive/viveu: O primeiro dia de aula num colégio novo! Não bastasse a natural ansiedade, medo e receio, o dia estava anormal e infeliz para ele: De cair da cama e bater a cabeça à receber um "banho de um caminhão" indo pro colégio. Na escola, as desventuras só pioram: Ver seu cachorro segui-lo e arrancar um pedaço do paletó do ditetor, "comprar" uma briga com um dos alunos mais populares da escola, conhecer a zona negra do colégio... Definitivamente, não era seu dia. 

 Natural, passa... Não para ele. No dia seguinte, tudo se repete exatamente como o dia anterior. Porém, na tentativa de melhorar a situação e não cometer os mesmo erros, as coisas desandam e acontecem em proporções ainda maiores e mais catastróficas, se assim podemos chamar. Preso nesse ciclo, o que Artie deveria (ou não) fazer? Estava ele louco? Sonhando? 

 É nesse ritmo que R. L. Stine desenvolve uma trama bem humorada que nos deixa completamente sem ideia do que poderá acontecer ao final daquilo tudo. Para se ter uma ideia, a curiosidade foi tanta que li o livro inteiro em pouco mais de uma hora. Confesso que me senti enganado (não direi o porque), mas gostei bastante do desfecho. A escrita é simples e muito similar à de Lemony Snicket (não querendo fazer comparações, ok?) só que em primeira pessoa, o que facilita bastante a leitura.

 Mas como sofreu esse Artie, viu?! Dificilmente encontrarei outro personagem com tanto azar em suas costas como ele. Propositalmente, não irei me aprofundar na resenha devido aos fatos apresentados na estória. Por fim, se você procura um livro leve, engraçado, rápido e legal, terá a dose certa em É o primeiro dia de aula... sempre! 

19 de outubro de 2013

Resenha: ADQS

Título: ADQS - Desvendando a Organização Secreta
Autor: Fabiana Cardoso
Ano: 2012
Editora: Modo Editora
Páginas: 424
ISBN: 978-85-65588-32-4
Avaliação: ★★★
Sinopse: Cíntia encontra-se envolvida com um criminoso de Florianópolis, até presenciá-lo cometendo um assassinato e perceber, então, o perigo que está correndo. Mas em sua fuga desastrosa é presa em flagrante por tentativa de homicídio. Suas alternativas são: denunciar o 'namorado', praticamente, assinando sua sentença de morte ou ser presa e permanecer um longo tempo na prisão. Na delegacia acaba conhecendo Henrique, um homem charmoso e misterioso que faz uma proposta - a garantia de que não irá para a cadeia. O que ela não imaginava é que seria recrutada para fazer parte de uma organização secreta, assumindo a identidade de Thaís Torres e se mudando para São Paulo. Agora a mais nova agente da ADQS terá que investigar crimes que a polícia comum não conseguiu resolver, arriscando sua vida nas operações pouco convencionais da organização. Aos poucos, Thaís desvenda os mistérios da organização secreta, vivendo fortes emoções em suas missões e se arriscando em um romance proibido. Mistério, aventura, humor e romance fazem parte desta trama.
  ADQS é um livro que, apesar de oscilar bastante, conseguiu agradar-me. Porque? Já explico. 
 Fabiana Cardoso nos apresenta a história de Cintia, uma jovem Catarinense que viu-se envolvida (indiretamente) no assassinato de seu melhor amigo pelo seu então namorado e traficante, o Walter. Dado alguns fatos, ela termina conhecendo Henrique, um advogado que garantiu que ela não seria presa ou condenada, fato que não ocorre. De uma forma (que não contarei), ela termina sendo recrutada a participar da ADQS (Acima de Qualquer Suspeita), uma "agência" anonima que trabalha e age de forma mais eficiente que a própria policia, por assim dizer. Para isso, Cintia tem seu passado "apagado". Tudo que ela foi, fez e era deveria cair no esquecimento e não mais contado a ninguém (uma das regras), tendo ela assumido uma nova identidade: Thaís Torres. 

 É nessa perspectiva que ela segue sua nova vida, conhecendo novas pessoas, fazendo amizades e descobrindo novos amores (algo que poderia complicar seu futuro). Assim como Thais, todos os recrutados da ADQS são pessoas que receberam uma nova chance de escrever sua história, mesmo que de forma não tão liberal assim. 

  De fato, não havia criado nenhuma expectativa em relação ao livro, tendo em vista que algumas resenhas lidas sobre ele variavam bastante. A dinâmica da estória começa frenética, o que de fato favoreceu a vontade de ler aumentar. [Pitaco: Acho que poderia dar uma boa série de TV]. Acredito que o primeiro capitulo fez com que eu quisesse conhecer de fato a trama, acima até da sinopse. Porém, depois da metade do livro, achei que ele torno-se cansativo e não consegui achar a mesma empolgação que havia visto nos capítulos que se passaram. Os personagens (alguns) que estavam sendo bem desenvolvidos começaram a ficar mecanizados, o que provavelmente fez com que o rendimento caísse. Os casos já não eram surpreendentes e/ou  resolvidos muito facilmente. Acreditem, achei o romance (de quem? Não sei) como ponto positivo da estória.

 Apesar de não parecer, pelo que eu já descrevi, eu gostei do livro. Os pontos positivos sobressaem aos negativos. No contexto geral, ADQS é, acima de qualquer suspeita, um bom livro policial pra ser lido e que terá uma continuação. 

12 de outubro de 2013

Top 5: Crianças Literárias

 Dia das Crianças, conhecido também como 12 de Outubro. Visando esse dia, resolvi trazer alguns personagens infantis (no termo criança da palavra) que marcaram época (a minha época, principalmente). Confesso que escolher apenas cinco não foi tarefa fácil. Prova maior disso foi ter excluído a "ladra de livros" dos Top. Sem mais delongas, os 5 representantes do TopFive especial de Dia das Crianças foram esses: 

10 de outubro de 2013

Biografia: C.S. Lewis

 Clive Staples Lewis, ou apenas C.S. Lewis (★ Belfast, 29 de novembro de 1898 — ✝ Oxford, 22 de novembro de 1963) foi um professor universitário, teólogo anglicano, poeta e escritor britânico, nascido na atual Irlanda do Norte. Tornou-se famoso por sua história de conversão do ateísmo ao cristianismo, e a partir daí, escreveu obras de ficção e teologia, além de dar palestras em rádios e eventos. É igualmente conhecido por ser o autor da famosa série de livros infanto-juvenis de nome As Crônicas de Nárnia.

3 de outubro de 2013

Resenha: Cidades de Papel

Título Original: Paper Towns
Autor: John Green
Ano: 2013
Editora: Intrínseca
Páginas: 361
ISBN: 978-85-8057-374-9
Avaliação: ★★
Sinopse: Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte. Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.
 De todos os três livros que li do John Green (contabilizando esse), Cidades de Papel foi o que aparentemente mais me agradaria após ter lido sua sinopse. Ah como estava enganado... 

 Nesse livro conhecemos a história de Quentin Jacobsen, ou apenas Q. Quando mais novo (ainda criança), Q vivia na Jefferson Park. Lá ele conheceu sua amiga de infância Margo Roth Spiegelman, que viria se tornar seu grande amor "secreto". Mas, numa volta de bicicleta no parque, eles encontraram um cadáver, fato que interferiu diretamente no emocional e amizade de ambos. Crescendo separados, os anos passam e as coisas mudaram: Margo se tornou a garota popular do colégio no ensino médio, enquanto o "nerd" Q é apenas mais um naquele ambiente. Inimizades com os "grandes" ele não possuía e nem os mesmos procuravam infortuná-lo como o padrão tende a acontecer, o que facilitava sua vivencia naquele lugar. Ben e Radar são seus melhores amigos, e convenhamos, são os pontos altos do livro (ou ponto cômico, como queiram)

 Até que numa noite qualquer, Margo aparece à janela de Q convidando-o para a que seria a maior aventura de sua vida (se é que ele teve alguma outra até aquele dia). Relutante, o ingênuo Q cede aos "encantos da amada" e acompanha-a numa série de trotes as pessoas que haviam a feito algum tipo de mal (de seu ex até sua melhor amiga ou quase isso). No dia seguinte, Margo não aparece no colégio. Nem no dia seguinte, nem depois... Mais uma vez ela havia fugido. Dessa vez, sem as comuns pistas aos pais, mas sim para Q (?). 

 Como já disse, lendo a sinopse e os primeiros capítulos, acreditei que realmente esse livro me ganharia fácil. Inicialmente, me vi envolvido com a trama, desde as loucuras de Margo à "você vai se ferrar Q, não acompanha essa louca!". Depois que Margo desaparece, tudo começa a ficar lento, sem nexo, maçante e exaustivamente repetitivo e sem rumo. Por vários momentos fiquei com a sensação de "já vi isso antes". Vi em Quetin um Colin (de O Teorema Katherine) versão melhorada. E quando o amor platônico vira uma obsessão desenfreada, capaz de mudar totalmente uma pessoa? Achei  bastante forçado. Pensei em desisti da leitura em muitos momentos, mas a curiosidade pelo final me fez continuar. Alias, alguém viu o final  do livro passar? Pois é... 

 Infelizmente, mesmo não criando tanta expectativa em cima do livro, posso considerar Cidades de Papel como a decepção do ano até então. Sei que todos muitos irão discordar de mim, mas não recomendaria o livro. 

Melhor Trecho/Frase:
"Quanto mais eu trabalho, mais percebo que os seres humanos carecem de bons espelhos. É muito difícil para qualquer um mostrar a nós como somos de fato, e é muito difícil para nós mostrarmos aos outros o que sentimos."
Página 227

29 de setembro de 2013

Resenha: O Bebê de Rosemary

Título Original: Rosemary's Baby
Autor: Ira Levin
Ano: 1967
Editora: Best Seller
Páginas: 232
ISBN: 8571233357
Avaliação: ★★★
Sinopse: Alugando um apartamento em antigo prédio de Nova Iorque, os recém-casados Rosemary e Guy Woodhouse organizam suas vidas com pequena ajuda dos vizinhos Minnie e Roman Castevet. Guy é ator e luta por um papel de destaque, enquanto Rosemary decora com ar mais alegre o apartamento onde anteriormente foi cometido um crime. Guy consegue um papel graças a um acidente com o ator titular e, logo depois, Rosemary tem um pesadelo no qual é possuída pelo demônio. Passado algum tempo, Rosemary descobre que está grávida e é tratada por Minnie e o médico desta, Dr. Sapirstein com vitaminas especiais. Fatos estranhos levam Rosemary a desconfiar que todas estas pessoas estão envolvidas com magia negra, começando a suspeitar que o marido, um ator que, literalmente, venderia a alma ao diabo para conquistar o sucesso, mantém ligações perigosas com vizinhos praticantes de bruxaria, que desejam possuir o filho dela que vai nascer.
 Um clássico da literatura no gênero de terror/suspense, O Bebê de Rosemary trás a história do casal Rosemary e Guy Woodhouse que se casaram e estão em busca de um novo lar. Guy é ator de teatro mas sonha chegar à Hollywood. Ela é uma jovem e feliz dona de casa. Eis que eles encontram em um edifício em Bramford a casa ideal para eles: grande, perto dos principais teatros e, principalmente, um quarto separado para seu futuro filho, que a propósito é o sonho de Rose. 

 Porém, logo após findar o contrato com o apartamento anterior para assinar com este, eles descobrem um passado tanto que obscuro da região e do edifício em si, que residiu de satanistas à canibais. Atualmente e aparentemente, esse passado fica como 'mitos populares'. Lá eles conhecem Minnie e Ronan Castevet, um casal de idosos esquisitos e "entrões" (no sentido incomodativo da palavra). 

 Cortando partes que acontecem nesse meio tempo e que posso considerar como spoilers, as coisas começam a dar certo para Rose e Guy: ele consegue o papel que tanto queria e enfim, Rosemary engravida. Fatos estranhos começam a rodear a sua gravidez e a única coisa que ela quer é impedir que seu tão amado e sonhado bebê morra antes mesmo de nascer. 

 Li o livro após comentarem comigo sobre o filme, o que despertou meu interesse. De fato, o livro é fantástico! Um prato cheio para quem gosta de suspense. Em vários momentos a narrativa dos acontecimentos parecem se alongar e sem propósito, porém, ao final você percebe que NADA descrito é em vão. Outro fator significativo é a paranoia que assola Rosemary do meio da sua gestação. Seria tudo aquilo loucura e invenção da sua mente (até pelo motivo já citado anteriormente, que ela estava disposta a tudo para proteger seu filho) ou de fato havia um complô contra ela? Indícios são deixados a todo momento, tanto para um lado, quanto para o outro. Ao final, mais uma surpresa (não tanto, mas ainda sim surpresa).

 Este é o primeiro livro de terror psicológico que leio (de respaldo, pelo menos) e acredito que comecei com uma excelente escolha. Para quem se interessar, o filme também é valido, até por ser uma incrível e fidelíssima adaptação. 

24 de setembro de 2013

Harry Potter: O Que Aconteceu Depois Do Fim?


 Tanto para os fãs, quanto para J.K Rowling, a despedida de seus queridos personagens após sua saga de sete livros foi um processo complicado. Tão complicado que a autora decidiu fazer pequenas anotações sobre o futuro de cada personagem apenas para guardar para si; e quando digo cada personagem, me refiro até àqueles que ainda nem existiam quando escreveu os livros.

 De acordo com a autora, não iria conseguir descansar sem dar um fim minimamente completo a cada um deles, então confira abaixo certos acontecimentos que se passam após a batalha de Hogwarts, que foram liberados pouco a pouco pela autora à seus fãs – que como J.K., também estavam curiosos.

20 de setembro de 2013

Resenha: Roverandom

Título Original: Roverandom
Editora: Martins Fontes
Autor: J.R.R. Tolkien
ISBN: 8533616872
Ano: 1925
Edição: 2002
Número de páginas: 127
Sinopse: Em 1925, durante as férias, o pequeno Michael Tolkien perdeu, na praia, um cãozinho de brinquedo que ele adorava. Para consolá-lo, o pai, J.R.R. Tolkien, inventou uma história sobre um cachorro de verdade que é transformado em brinquedo por um mago e enviado por um "feiticeiro-da-areia" à Lua e ao fundo do mar. Mais de 70 anos depois, as aventuras do cachorro Rover, também conhecido pelo nome de "Roverandom", foram publicadas na Inglaterra. Elas foram organizadas a partir do texto original por Christina Scull e Wayne G. Hammond. Divertido e rico em jogos de palavras, Roverandom agradará a todos os leitores que gostam de uma boa história, e será bem recebido pelos muitos admiradores de Tolkien de todas as idades.
 Rover era um cão e vivia normalmente, como um cão deveria viver. Até que, após irritar um velho mago, foi transformado em um pequeno cão de porcelana. Para voltar a seu estado normal, ele precisará reencontrar o mago Artaxerxes. Nesse meio tempo, ele termina se tornando uma peça a ser vendida numa loja, que logo é comprado por um garoto chamado Dois (referencia ao segundo filho de Tolkien). Rover passa a viver como um objeto/brinquedo nas mãos da criança que não sabe que ele possui vida própria.

 É, durante um passeio na praia, que o garoto Dois perde-o, dando indiretamente a tão sonhada liberdade que o pequenino cão procurara. Porém, não há nada ruim que não possa piorar. Escrita para seu filho, Roverandom consegue ser mais uma obra de Tolkien que nos faz mergulhar num universo sempre único, transformando até uma simples estória numa bela obra de literatura fantástica.

Melhor Trecho:
— Os sonhos se realizam? Perguntou ele.
— Alguns dos meus, sim. Alguns, mais não todos. E é raro que algum se realize dentro ou indiretamente igual ao que era em sonho. 

14 de setembro de 2013

Resenha: Um Estudo Em Vermelho

Titulo Original: A Study in Scarlet
Autor: Sir Arthur Conan Doyle
Editora: Melhoramentos
Ano: 2011
Páginas: 248
ISBN: 978-85-06-06389-7
Avaliação: ★★★★
Sinopse: O cadáver de um homem, nenhuma razão para o crime. É a primeira investigação de Sherlock Holmes, que fareja o assassino como um "cão de caça". Lamentava-se de que "não há mais crimes nem criminosos nos nossos dias", quando, nesse instante, recebe uma carta a pedir a sua ajuda — o cadáver de um homem foi encontrado numa casa desabitada, mas não há qualquer indício de roubo ou da natureza da morte. Sherlock não resiste ao apelo, mas sabe que o mérito irá sempre para a Polícia. Um Estudo em Vermelho é o livro estreia de Holmes. As deduções do investigador são narradas pelo seu amigo, o Doutor John Watson, uma espécie de Sancho Pança de Holmes. 

 Escrito em 1887, Um Estudo Em Vermelho nos apresenta o início da amizade/parceria entre Dr. John Watson e o misterioso e astuto Sherlock Holmes. Watson esta de volta a Londres depois de uma jornada como cirurgião assistente na segunda guerra no Afeganistão. Procurando algum lugar para morar, conhece através de um amigo, Sherlock, que também estava afim de uma "sociedade" com alguém para dividir as despesas. Os dois passaram a compartilhar os aposentos no famoso 221B, Baker Street.

 A estória divide-se em duas partes e, como de costume, sempre contadas por Dr. Watson: A primeira se desenrola quando, sem conseguir desvendar uma trágica causa/motivo da morte de Enoch Drebber (e por consequência a de Joseph Stangerson também), os irmãos Lestrade e Gregson, lideres da investigação pela Scotland Yard, pedem auxilio a Sherlock Holmes, apresentando-nos a sua "Ciência da Dedução". Os fatos são confusos, os indícios são inúmeros porém vãos. A segunda parte já ganha um novo narrador e se estende de forma até cansativa, já que desconecta (em partes, mas é fundamental para a história) do foco em si, o que posso considerar como um ponto negativo do livro, que vinha sendo o melhor do agente criado por Sir Arthur.
É mais fácil deduzir que explicar. Se lhe pedissem para provar que dois mais dois somam quarto, talvez você encontrasse dificuldades, mas teria, mesmo assim, certeza do resultado.
Página 44
 A trama em si não é tão empolgante em termos de ação/aventura como algumas outras que já li do Conan Doyle, porém a um "q" de particularidade nesta que a tornou especial. Sua narrativa e exposição dos fatos, tanto quanto a apresentação dos coadjuvantes para o publico, passando pela forma que o mistério (ou quase isso) é desvendado. Outra peculiaridade é conhecermos pouco sobre quem viria ser o autor(a) do crime e as vitimas, o que tornou impossível prever, ao final da parte um (quando é revelado ao publico) quem viria ser o culpado. Enfim, considero o livro não tão bom assim, mas o suficiente para me conquistar. 

Melhor Quote:
"Veja, eu considero que o cérebro de um homem é como um sótão vazio, sendo necessário armazenar nele os objetos que escolhermos. Um tolo entope seu sótão com todo tipo de bobagem que encontra. Assim, o conhecimento que realmente pode lhe ser útil fica preso ou, na melhor das hipóteses, fica embolado com outras coisas, de modo que é difícil acessá-lo. Agora, o homem habilidoso tem muito cuidado com o que coloca em seu sótão cerebral. Ele não armazena a não ser as ferramentas úteis ao seu trabalho, que são em grande número e estão perfeitamente organizadas. É um erro pensar que esta pequena sala tem paredes elásticas e pode se estender infinitamente. Assim, chega o momento em que, para se adicionar qualquer conhecimento novo, deve-se esquecer algo que já se sabia. É da maior importância, portanto, não ter fatos inúteis atravancando aqueles que são úteis."
Página 27 

12 de setembro de 2013

Eu Indico: Instagram @cantinadolivro

 Olá pessoal! Depois de um tempinho afastado do blog sem motivos definidos, estou de volta com algumas novidades. A primeira delas, resolvi apresentar hoje no "Eu Indico", que não é necessário explicação devido o nome ser bem sugestivos. Trata-se do Instagram do Cantina do Livro! Sim, agora quem tem conta na rede social das fotos". Para quem quiser seguir, o username é @cantinadolivro [ou clique aqui]. 

 Ainda relacionado ao Instagram, caso você deseje que sua foto (dos seus livros, biblioteca, ereader, etc) apareça no perfil do blog, basta usar a hashtag #cantinadolivro em suas postagens que publicarei a imagem deixando os devidos créditos ao autor, o que será um meio de divulgação tanto do meu perfil, quanto dos seus. Enfim, é isso! Espero que vocês curtam a ideia. =)

Instagram

Livro lido por Harry Potter vai virar filme com roteiro de J. K. Rowling

Fonte: Uol

Os estúdios da Warner Bros e a best-seller J. K. Rowling anunciaram que uma nova série de filmes inspirados no universo de Harry Potter estão sendo desenvolvidos. O projeto é "adaptar" o livro "Animais Fantásticos e Onde Habitam", escrito por J.K. Rowling sob o pseudônimo Newt Scamande.

O livro surgiu no próprio universo de Harry Potter, como objeto de estudo em Hogwarts, mas ganhou as prateleiras do mundo real como forma de agradar os fãs e expandir o mundo fantasioso dos bruxinhos. A autora escreveu outros dois livros: "Quadribol Através do Séculos" e "Os Contos de Beedle, o Bardo".

"Animais Fantásticos" seria apenas a primeira parte de uma nova franquia. Embora seus livros tenham rendido oito filmes, se tornando uma das sagas mais rentáveis do cinema, "Animais Fantásticos e Onde Habitam" será a estreia de J.K. Rowling como roteirista. 

A escritora, no entanto, deixa claro que o filme não será uma continuação dos primeiros filmes sobre os bruxos. Ela explica que a história de "Animais Fantásticos" se passa 70 anos antes de Harry Potter começar o curso em Hogwarts.

"Embora ele seja definido na comunidade mundial de bruxos e bruxas, onde eu fui muito feliz por 17 anos, 'Animais Fantásticos e Onde Habitam' não é uma sequência e nem uma prévia da série Harry Potter, mas uma extensão do mundo bruxo. Eu sempre disse que eu só iria revisitar o mundo dos bruxos, se eu tivesse uma ideia que me deixasse realmente animada. E é isso", declarou.

5 de setembro de 2013

Biografia: Douglas Adams


 Douglas Noël Adams (★ Cambridge, 11 de março de 1952 — ✝ Santa Bárbara, 11 de maio de 2001) foi um escritor e comediante britânico, famoso por ter escrito esquetes para a série televisiva Monty Python's Flying Circus, junto com os integrantes desse grupo de humor nonsense, e pela série de rádio, jogos e livros The Hitchhiker's Guide to the Galaxy (O Guia do Mochileiro das Galáxias, no Brasil).

2 de setembro de 2013

Recifrando #4: Cotidiano, Por Banda Catedral

 Fala pessoal! Hoje, trago o quarto Recifrando do Cantina do Livro. Dessa vez, numa visão crítica à sociedade atual e o seu dia-a-dia,  apresento "Cotidiano", da Banda Catedral. Para quem ainda não conhece a proposta do quadro, eventualmente postarei alguma música nacional que tenha algum caráter poético/reflexivo em sua letra. Sem mais delongas, desfrutem: 
Cotidiano
Kim/Júlio César
O meu desejo é profundo demais pra falar
Faixa 1, CD e DVD Acima do Nível do Mar,
2003 - LineRecord
E o que eu penso é difícil de alguém entender
A vida segue e os dias parecem iguais
Cade a vida que perdemos sempre ao viver?

Há crianças pelas ruas
Há desertos de dor
Há uma fome em cada alma
Um intenso rancor

Tantos medos nas esquinas
uma grande prisão
Tantos sonhos esquecidos
um vazio que vive no coração

O meu desejo é profundo demais pra expor
E o que eu penso é difícil de alguém aceitar
A vida segue e os dias não são tão iguais
Cade a vida que não conseguimos notar?

Onde mora a verdade?
Onde mora o amor?
Onde vive a liberdade?
Diz qual é seu sabor

Você anda pelas ruas
sem respostas enfim
Mas a fé que eu tenho em Deus
Me faz ver o que sou, nunca fugir de mim

O meu desejo é intenso demais pra falar
Mas hoje eu grito e o que acredito eu vou levar
Para onde for, no dia a dia
Todo dia esse grande amor eu vou levar

25 de agosto de 2013

Resenha: A Ascensão do Governador

Titulo: The Walking Dead - A Ascensão do Governador
Título Original: The Walking Dead: Rise of the Governor
Volume: 1
Autor: Robert Kirkman e Jay Bonansinga
Editora: Galera Record
Ano: 2011
Páginas: 364
ISBN: 9788501097156
Avaliação: ★★★★
Sinopse: No universo de The Walking Dead não existe vilão maior do que o Governador, o déspota que comanda a cidade de Woodbury. Eleito pela revista americana Wizard como "Vilão do ano", ele é o personagem mais controvertido em um mundo dominado por mortos-vivos. Neste romance os fãs irão descobrir como ele se tornou esse homem e qual a origem de suas atitudes extremas. Para isso, é preciso conhecer a história de Phillip Blake, sua filha Penny e seu irmão Brian que, com outros dois amigos, irão cruzar cidades desoladas pelo apocalipse zumbi em busca da salvação.



 Provavelmente, vocês (pelo menos) já ouviram falar da série televisiva da AMC, The Walking Dead. Quem acompanha a série (ou as HQs) conhece o tão detestado Governador de Woodbury, Philip Blake. E é nessa premissa que conhecemos toda o pretérito do vilão. 

 Já em meio ao apocalipse zumbi, Philip juntamente ao seu irmão mais velho Brian, sua filha Penny (de apenas 8 anos e que se vê obrigada a encarar a nova e dura realidade da vida) e os amigos Nick Parsons e Bobby Marsh tentam sobreviver a catastrófica situação em que se encontram. Mas, até que ponto eles estariam preparados para aquele momento (se é que estariam)? 

 Mesmo Philip sendo o irmão mais novo de Brian Blake, tinha maior capacidade em liderar um grupo, além de não ser um "medroso" igual ao seu irmão. Era um homem bem forte, corajoso, e não temia a ninguém.

 Percebendo que Waynesboro já não era mais tão segura assim, eles decidem partir em direção a Atlanta, onde a esperança de salvação está creditada a ela, como os noticiários ainda divulgavam. Depois de vários sufocos e mortes, eles já em Atlanta, conhecem um pequeno grupo de sobreviventes. É a partir daí que a tensão toma conta totalmente da trama. 
"Por aqui, não é dos mortos que você tem que ter medo... É dos vivos."
 Um dos pontos importantes destacados pelo autor é até onde o ser humano pode ir em situação extremas. Por um momento, cheguei a sentir pena de Philip, mesmo conhecendo e sabendo do que ele se tornou. Seria as circunstâncias que os transformaram (todos eles) nisso ou apenas suas personalidades reais afloraram? E assim a trama segue prendendo o leitor a cada página e capítulo, numa dinâmica rápida, direta e eletrizante.
"Nós vamos sobreviver a esse pesadelo e vamos fazer isso nos transformando em monstros piores que eles, está me entendendo? Agora não existe mais regras! Não existe filosofia, não existe misericórdia, não existe perdão. Agora somos só nós."
Philip Black, Capitulo 8
 Quando, chegamos ao final da estória e achamos que tudo está "resolvido" (não em relação ao apocalipse zumbi), esqueça tudo o que você já viu ou ouviu sobre o Governador: A maior e mais surpreendente revelação do livro acontece... E claro, não deixarei nenhuma pista disso. Confesso que por esse fato final, dei mais uma estrela para o livro. O livro não é grandioso nem fantástico como os seus Se você gosta e acompanha a série de TV e/ou as Histórias em Quadrinhos de The Walking Dead, sintam-se na obrigação de ler A Ascensão do Governador.

20 de agosto de 2013

Resenha: Não Conte a Ninguém

Titulo Original: Tell No One
Autor: Harlan Coben
Editora: Sextante/Arqueiro
Ano: 2009
Páginas: 256
ISBN: 9788599296516
Avaliação: ★★★★

Sinopse: David Beck e sua esposa Elizabeth comemoram o aniversário de seu primeiro beijo quando uma tragédia interrompe o clima de romance: Elizabeth é brutalmente assassinada. O caso acaba sendo resolvido e o assassino, condenado. No entanto, David não consegue superar a morte de Elizabeth. Depois de oito anos, ainda se lembra de todos os detalhes. Mas é no dia do aniversário de morte de Elizabeth que a história realmente começa. Uma estranha mensagem aparece no computador de David, uma frase que somente ele e a esposa conhecem. De repente ele depara com o que parecia impossível - em algum lugar, de alguma maneira, Elizabeth está viva. Ele é advertido para que não conte a ninguém e envolve-se em um sombrio e mortal mistério, sem saber que já está sendo seguido por alguém que o tentará deter antes que descubra toda a verdade. 

Seria apenas mais um aniversário de primeiro beijo entre David Back e Elizabeth. Como a "tradição" que os dois criaram, a cada ano, eles se encontravam no mesmo lugar e marcavam mais um traço numa árvore, simbolizando um ano passado. Tudo estava belo e romântico até demais para o casal. É quando, do nada e aparentemente sem motivos, Elizabeth é assassinada. 

Oito anos depois, Beck tenta tocar sua vida sem seu amor, algo insuportável para ele. O assassinato foi atribuído à KillRoy, um serial killer de mão cheia que havia feito várias vitimas do sexo feminino naquela mesma época. Curiosamente, ele assumiu todas as mortes, menos a de Elizabeth. É Shauna, melhor amiga de Beck e namorada de sua irmã, quem tenta ocupar os espaços (dentro do possível) deixados por ela. 

Até que, num dia quase comum, Beck recebe uma mensagem estranha em sua caixa de e-mail, cujo titulo havia as suas iniciais + a de Elizabeth e 21 traços (como esse "/"), que curiosamente combina com a data do que seria o 21º aniversário deles. No conteúdo, um anexo de uma câmera de segurança ao vivo de uma estação com um determinado horário escrito. Quando Beck assiste as filmagens no horário determinado, a revelação: Elizabeth aparece na tela, caminha... Para, se vira, olha em direção a câmera e é possível fazer a leitura labial do que ela diz: Eu te amo! Ai a vida morna de Beck fica de pernas pro ar. Ele só tem um foco, que é encontra-la custe o que custar!

Seria realmente ela? E se sim, porque ela sumiu durante esses oito anos? Ela foi obrigada a isso ou não? Quem estava por trás daquilo tudo, inclusive dos emails? Tudo fica confuso e sem sentido durante muito tempo. Mais uma cartada de mestre do Harlan Coben. O livro é narrados de duas maneiras: Uma, na visão do próprio Beck e outra em terceira pessoa, decifrando os enigmas paralelos dos outros personagens para com o enredo. O final não é tão surpreendente assim no meu ponto de vista, levando em consideração minha apreciação pelo gênero de livros policiais e costume a coisas mais reveladoras, o que deixou o livro sendo o mais fraco de todos que li do autor, o que não quer dizer que não tenha gostado. Vale a leitura. Caso haja um maior interesse em vocês, há um filme francês homônimo, muito bem adaptado e tão eletrizante quanto o livro. Fica a dica.  

19 de agosto de 2013

Resultado: Promoção 1 ano do CdL


Depois de 1 mês de promoção rolando no blog e vários participantes, hoje venho divulgar o grande vencedor do sorteio. Primeiramente, gostaria de agradecer a todas as mensagens deixadas pelos leitores, todos que visitam e participam do blog, enfim... Chega de lero-lero, vamos ao que interessa. O vencedor é:


PARABÉNS, ALINE DE CAMPOS

A postagem da promoção com o resultado pode ser vista aqui

Entrarei em contato com a vencedora, que terá 48h para responder a mensagem com os dados. Caso não haja resposta nesse meio tempo, um novo sorteio será realizado na quinta-feira, dia 22/08. 

Obrigado a todos que participaram e até a próxima!

12 de agosto de 2013

Tag: Palavras Cruzadas

"Olha eu aí ♫". Péssimo modo de começar uma postagem, eu sei. Depois de uma preguiça com aura de desmotivação ao blog, cá estou eu novamente. Decidi [re]começar pela Tag que vi no blog Triplamente e criada pela InesBooks e que gostei bastante. Trata-se da "Palavra Cruzada", que consiste em responder algumas pequenas "perguntas", sempre relacionada a livros, claro! Sem delongas, aí vai: 

1) Vox Populi. (Um livro para recomendar a toda a gente):
"O Pequeno Príncipe", do Antoine de Saint-Exupéry. Além de ser um livro de gênero infantil (na teoria), é um livro leve e recheado de pensamentos impactantes. De fato, é o meu favorito. 

2) Maldito plágio. (Um livro que gostaria de ter escrito):
"A Menina Que Roubava Livros". Ainda não pude expressar aqui no blog o quanto amo esse livro (farei uma resenha, em breve). Markus Zusak acertou em cheio para desenvolver a estória. 

3) Não vale a pena abater árvores por causa disto:
Olhei minha prateleira e fui diretamente em "Fallen", da Lauren Kate (Aceito troca u.u). Desculpa quem gosta, mas é uma história totalmente desnecessária e comercial. 

4) Não és tu, sou eu. (Um livro bom lido na altura errada):
"A Batalha do Apocalipse", do Eduardo Spohr. Dos meus conhecidos, apenas eu e mais uma pessoa não gostaram da trama. Talvez, como no pressuposto da tag, esse tenha sido o problema.

5) Eu tentei... (Um livro que tentei ler mas não consegui):
"Caninos Brancos", do Jack London. Sem exageros, acho que peguei para ler mais de cinco vezes e não consegui chegar a metade. Assisti o filme pra ver se fluía, e ainda assim, nada! Enquadra-se também no quesito anterior. 
6) Hã? (Um livro que teve um final surpreendente):
Impossível não citar "A Menina Que Não Sabia Ler". Mesmo com algumas pontas soltas, é um final bem louco alucinante. 

7) É tão bom, não foi? (Um livro que devoramos):
Obrigado, Ernest Cline! "Jogador Numero 1" entra facilmente nesse quesito. Mesmo sendo um livro longo em termos de páginas, li MUITO rápido. Perdi a vida social por alguns dias, totalmente. 

8) Entre livros e tachos. (Uma personagem que gostaríamos que cozinhasse para nós):
Não faço ideia .-. 

9) Fast Forward. (Um livro que podia ter menos páginas que não se perdia nada).
"O Homem-Máquina", do Max Barry. 100 páginas seriam mais que necessárias. 

10) Às cegas. (Um livro que escolheríamos só por causa do título).
"O Assassinato no Expresso do Oriente", da rainha do crime, Agatha Christie, que não conhecia até então. Melhor escolha que fiz. 
11) O que conta é o interior. (Um livro bom com uma capa feia):
"A Farsa", do Christopher Reich. Não veio outro em mente. 

12) Rir é o melhor remédio. (Um livro que nos tenha feito rir):
"Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola", do Danilo Gentili. Pelo autor, não preciso falar mais nada.

13) Tragam-me os Kleenex, por favor. (Um livro que nos tenha feito chorar):
"O Menino do Pijama Listrado", John Boyne. Não chegou a tanto, mas é um livro com uma mensagem muito forte. Indico.

14) Este livro tem um v de volta. (Um livro que não emprestaríamos a ninguém):
Não só um, mas todos que tenho sete. A série "Harry Potter". 

15) Espera aí que eu já te atendo. (Um livro ou autor que estamos constantemente a adiar):
"Eragon", do Christopher Paolini. Não sei porque adio tanto, mas...

Por enquanto, é isso.
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